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RAZÕES
PARA UMA DIETA VEGETARIANA
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A
saúde e a doença dependem de muitos factores:
clima, higiéne, desporto, constituição
alimentação e sobretudo de influências
psíquicas. Cada um destes factores tem a sua importância,
e em qualquer ocasião pode influênciar todos
os outros. Geralmente, a alimentação desempenha
o papel mais importante, porque é dela que depende
a saúde. Uma alimentação racional,
pode por si só, dar saúde e resistência,
tudo isto mesmo numa habitação sem luz, húmida
e desprovida de higiéne; em contrapartida, uma má
alimentação pode arruinar a saúde,
mesmo que se disponha de uma casa cheia de sol, duma grande
propriedade e se faça muito desporto. Os factos são
confirmados por exames clínicos. Todas as pesquisas
feitas no que se refere à saúde revelam-se
particularmente frutuitas no domínio da alimentação.
Entre outras razões para adoptarmos uma dieta
vegetariana destacam-se as seguintes: anatómicas
e fisiológicas, higiénicas, de saúde,
económicas, estéticas, ecológicas e
éticas.
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Anatómicas
e Fisiológicas
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O
estudo comparativo da anatomia e fisiologia dos animais
carnívoros, herbívoros e frugívoros
demonstra que a dieta frugívora e herbívora
é mais adequada ao homem. Os seguintes dados são
um resumo de tais estudos.
Carnívoros
Têm
garras.
Não
têm poros. Transpiram pela língua.
Dentes caninos frontais alongados, fortes e pontiagudos
para rasgar a carne.
Ausência de dentes molares posteriores para triturar
alimentos.
Glândulas salivares pequenas na boca (glândulas
bem desenvolvidas são necessárias na pré-digestão
de cereais e frutas).
Saliva ácida.
Ausência de ptialina, enzima responsável
pela pré-digestão dos cereais.
Trato intestinal 3 vezes o tamanho do corpo, para que
a carne em decomposição possa ser eliminada
rapidamente.
Estômago simples e arredondado.
Forte concentração de ácido clorídrico
no estômago, para digerir a carne.
Cólon liso.
Urina ácida.
Mandíbula alongada para a frente.
Alimento: carne.
Frugívoros
Não
têm garras.
Transpiram através de milhares de poros.
Ausência de dentes caninos frontais pontiagudos.
Dentes molares posteriores achatados, para triturar.
Glândulas salivares bem desenvolvidas, necessárias
à pré-digestão de cereais e frutas.
Saliva alcalina.
Profusão de ptialina.
Trato intestinal aproximadamente 8 vezes o comprimento
do corpo.
Estômago com um duodeno como segundo estômago.
Ácido do estômago 20 vezes menos concentrado
que nos carnívoros.
Cólon convoluto.
Urina alcalina.
Mandíbula curta.
Alimento: frutas e nozes.
Herbívoros
Não
têm garras.
Transpiram através de milhares de poros.
Ausência de dentes caninos frontais pontiagudos.
Dentes molares posteriores achatados, para triturar.
Glândulas salivares bem desenvolvidas, necessárias
à pré-digestão de cereais e frutas.
Saliva alcalina.
Profusão de ptialina.
Trato intestinal aproximadamente 8 vezes o comprimento
do corpo.
Estômago em 3 ou 4 compartimentos.
Ácido do estômago 20 vezes menos concentrado
que nos carnívoros.
Cólon convoluto.
Urina alcalina.
Mandíbula levemente alongada.
Alimento: relva, ervas e plantas.
Homem
Não
tem garras.
Transpira através de milhares de poros.
Ausência de dentes caninos frontais pontiagudos.
Dentes molares posteriores achatados, para triturar.
Glândulas salivares bem desenvolvidas, necessárias
à pré-digestão de cereais e frutas.
Saliva alcalina.
Profusão de ptialina, para pré-digerir cereais.
Trato intestinal aproxamadamente 7 vezes o comprimento
do corpo.
Estômago com um duodeno como segundo estômago.
Ácido do estômago 20 vezes menos concentrado
do que nos carnívoros.
Cólon convoluto.
Urina alcalina.
Mandíbula curta.
Alimento adequado: cereais, vegetais, frutas e nozes.
Como
vemos, os animais mais próximos do homem, anatómica
e fisiologicamente, são frugívoros ou herbívoros.
Várias características indicam diferenças
pronunciadas entre os animais herbívoros e frugívoros
e os carnívoros, mas vale a pena destacar o comprimento
do intestino, que nos carnívoros é aproximadamente
3 vezes o comprimento do corpo enquanto que no homem é
cerca de 7 vezes. Isto faz com que os carnívoros
tenham uma digestão bastante rápida, eliminando
a seguir tudo o que não é absorvido. Já
o homem tem uma digestão muito lenta, por ter um
intestino longo. Isto faz com que a carne, que já
estava em processo de decomposição desde a
morte do animal, continue a decompor-se no interior de seu
intestino, causando muitos problemas de saúde por
causa das toxinas libertadas.
Um
dos melhores indicadores de que a alimentação
vegetariana é mais apropriada ao homem, são
os muitos benefícios para a saúde encontrados
em dietas à base de vegetais e as inúmeras
enfermidades ligadas ao consumo da carne. Além disso,
pela análise química e comparação
das propriedades nutritivas dos vegetais e da carne, observamos
que é possível obtermos do reino vegetal o
suficiente para a constituição dos tecidos
e a nutrição do corpo.
As
carnes são nocivas ao organismo porque ao dar-se
a morte violenta do animal suspendem-se, os actos digestivos
e as funções eliminatórias e excretoras.
O alimento ingerido que o animal não pode utilizar
e as impurezas dos seus tecidos resultantes das trocas nutritivas
ficam armazenadas no cadáver do animal e passam ao
corpo humano com a ingestão da sua carne.
A carne deteriora-se com enorme rapidez. A decomposição
inicia-se imediatamente após a morte e só
é detectada pelo olfacto quando já alcançou
um estado avançado. Ainda que o calor da cozedura
destruisse os mocróbios, como afirma a ciência
médica, ficam por outro lado, armazenados na carne
milhões ou biliões de cadáveres microbianos
que passam em seguida ao organismo após a sua ingestão.
Essa enorme massa cadavérica há de influir,
indubitavelmente, na formação do terreno orgânico
propício para a eclosão das doenças
infecciosas agudas e de carácter geral. A média
de gérmens, de 65.000 por mm3 de fezes no carnívoro,
baixa para 2.000 por mm3 no vegetariano. Esses gérmens
extinguem os gérmens saprófitas, benfeitores,
daí a frequência de apendicite, diverticulose,
colite e enterite entre os que consomem carne.
A
etiologia é a parte da medicina que estuda a origem
e as causas das doenças. Toda a investigação
encaminhada no sentido de descobrir a origem das doenças
entra no domínio da etiologia. Esta tem por objecto
o conhecimento dos princípios prejudiciais à
vida do ser humano.
A etiologia é a base da patologia e da terapêutica,
pois sem o conhecimento das verdadeiras causas das doenças
não é possível apreciar com exactidão
a natureza dum processo patológico que atacou um
orgão ou um sistema, nem quais são os meios
curativos apropriados para reparar as lesões orgânicas
ou para restabelecer a função alterada.
Em estado de saúde, todas as funções
do organismo se verificam duma maneira normal, de modo que,
nem sequer sentimos esse funcionamento.
Quando uma ou várias funções, tais
como digestão, nutrição, circulação,
respiração, secreção e excressão,
não se realizam normalmente, verifica-se automaticamente,
uma mudança no estado de saúde, que se manifesta
por mal-estar, inflamação, dor, febre, congestão,
más digestões e por outros sintomas que indicam
a presença de uma doença em determinado orgão
ou sistema.
A American National Academy of Sciences, relatou, em 1983,
que "
pessoas podem prevenir muitos tipos de cancro,
comendo menos carnes gordas e mais legumes e grãos".
Segundo a
Dra. Jacqueline André (André, 1990), o consumo
excessivo de carne é nocivo por muitas razões:
A
carne é rica em gorduras, favorecendo, portanto,
a arterosclerose e o enfarte do miocárdio, os cancros
colon-rectais e a obesidade.
O facto de ser rica em colesterol faz dela uma causa de
cancros hormonodependentes (mama, próstata, útero).
O facto de ser rica em ácidos nucleicos faz dela
um factor de cálculos urinários, hiperuricémias
e gota.
Os resíduos de antibióticos nela contidos
podem, muito frequentemente, causar alergias.
Os antibióticos, de cujo uso (veterinário
ou a título de aditivos alimentares) na preparação
industrial da carne necessita, são um factor de
resistências transferíveis.
A rápida sensação de saciedade que
sua ingestão provoca, pode levar o consumidor a
reduzir exageradamente a porção de fibras
vegetais na sua dieta alimentar, o que é, sobretudo,
um factor de prisão de ventre, de diabete e de
cancros colon-rectais.
Aquele que retira a maior parte das suas proteínas
da carne, frequentemente negligencia o consumo de leguminosas;
esta situação pode conduzir a carências
de magnésio, responsáveis principalmente
por distúrbios do ritmo cardíaco, depressões
nervosas e oxalato na urina.
O
Dr. Alberto Lyra (Lyra, 1973) aponta os seguintes inconvenientes
da carne como alimento:
Alimento
anti-natural. O homem não fabrica amoníaco
para neutralizar os ácidos resultantes do metabolismo
da carne, como o fazem os carnívoros.
Alimento tóxico. A carne é um veneno lento
mas seguro. Ela possui toxinas (venenos), resultantes
da decomposição cadavérica, e outras
resultantes do metabolismo animal, que ficam retidas e
produzem mais toxinas pela desassimilação
nos intestinos.
Alimento acidificante. Produz ácido fosfórico,
sulfúrico e úrico, causadores de acidez
humoral e de irritações esclerosantes. As
proteínas em excesso são acidificantes e
mucógenas.
Alimento desmineralizante. Os ácidos produzidos
pela carne produzem desmineralização ao
serem neutralizados no organismo.
Alimento excitante. A carne é um excitante muito
forte, equiparável ao álcool, devido às
substâncias tóxicas e extractivas dela provenientes.
A sensação de vigor é esgotante,
o que provoca o consumo de mais excitantes (álcool,
açúcar, mais carne etc.). Surge uma aparência
de vigor, devido à excitação, e cria-se
um apetite enganador, que faz repelir os alimentos suaves.
Daí a depressão inicial naqueles que abandonam
o uso da carne. Devido ao seu poder excitante, que faz
gastar as reservas vitais, e ao seu poder tóxico,
a carne é um dos factores da abreviação
da vida.
Alimento que contribui para o aparecimento de diversas
doenças e degenerações humanas: Apendicite,
arteriosclerose, artritismo, eczema, enterite, gastrite,
nefrite, reumatismo, úlcera gástrica, vegetações
adenóides.
Transmissor de doenças contagiosas e parasitárias:
Brucelose, intoxicações alimentares, salmonelose,
ténia (solitária), triquinose, tuberculose.
No decurso de enfermidades do fígado, dos rins,
dos intestinos, da pele, de perturbações
nervosas, não há melhor regime do que o
vegetariano.
Há
cada vez mais pessoas a optarem conscientemente por uma
alimentação vegetariana. As razões
são várias: alguns combatem o mal trato animal,
outros a exploração do ambiente e outros ainda,
optam por consumir alimetos mais saudáveis.
A carne alimenta poucos à custa de muitos. Isto é,
segundo informações do Departamento de Agricultura
dos E. U. A., mais de 90% dos cereais produzidos naquele
país são destinados ao alimento de gado: vacas,
porcos, ovelhas e galinhas.
O
comércio de carne é uma das principais fontes
de brutalidade que há no mundo. O vegetarianismo
promove beleza, o amor, o respeito e a cultura. A comparação
dos horríveis espetáculos, sons e odores de
um matadouro, com a beleza e o perfume de uma horta ou de
um pomar, não deixa lugar a dúvidas quanto
a esta questão.
O
problema nº 1 da saúde no mundo, é a
destruição crónica.
A criação de gado devasta imensas áreas
verdes naturais. O homem provoca desequilíbrios na
Natureza, ao alterar processos evolutivos normais de animais
e vegetais. A demanda por carne barata, é uma das
principais causas da destruição das florestas
tropicais e outras florestas em todo o mundo. Isto contribui
para a extinção das espécies e a desertificação,
além da poluição causada pelo dióxido
de carbono.
O
vegetarianismo está a alcançar cotas de popularidade
desconhecidas e a cada dia se generaliza mais a convicção
de que o estilo de vida vegetariano é o mais são,
compassivo e com mais respeito pelo meio ambiente; no entanto,
apesar da grande informação disponível
aos consumidores, alertando para os perigos a que conduz
o consumo de produtos de origem animal e das múltiplas
vantagens de uma dieta isenta de carne, as pressões
dos grandes interesses comerciais, políticos e religiosos,
para manterem o estatuto de controlo das ideias e do capital
dos seus potenciais clientes ou seguidores, continua a distorcer
e a debilitar o enorme impacto social da mensagem vegetariana.
Muitas pessoas consideram as razões éticas
como as mais importantes para tornar-se vegetariano. Num
estudo chamado Acerca de comer carne, o autor romano Plutarco,
escreveu: "Podes perguntar porque razão Pitágoras
se abstinha de comer carne? Por mim, espanta-me muito e
pergunto-me que grande distúrbio ou estado mental
o do primeiro homem que levou aos seus lábios a carne
de uma criatura morta, cobrindo a sua mesa de corpos mortos
e pálidos e se aventurou a chamar alimento e nutrição,
a esses seres que em algum momento se alegraram, choraram,
movimentaram e viveram
? Como puderam os seus olhos
suportar a matança, quando as suas gargantas eram
cortadas e os seus membros esquartejados? Como pode o seu
nariz suportar tais odores? (
) certamente não
comemos leões e lobos por autodefesa, pelo contrário,
matamos criaturas dóceis que nem sequer têm
dentes para ferir-nos. Por um pouco de carne, privamo-los
do sol, da luz e da vida à qual têm direito".
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CRÉDITOS/FONTES:
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Produção
Animal / Degradação Ambiental e Fome no Mundo
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Nos
países desenvolvidos é impossível ignorar
a relação entre a produção animal
e o desastroso impacto económico-ambiental. O custo
da criação intensiva de gado, aves, porcos,
cabras, carneiros e peixes, para alimentar uma população
humana excessiva e em contínuo crescimento, inclui
a fome nos países do terceiro mundo, o uso indevido
da água e do solo, o alto nível de contaminação
produzido por fezes de animais, o aumento nas taxas de doenças
cardíacas assim como outras enfermidades degenerativas
e a destruição das florestas. A permanência
desta situação contribuirá para a desertificação,
a extinção de muitas espécies animais
e vegetais e as alterações climáticas.
Desmesurada e consumidora excessiva de recursos, a produção
animal é portanto, incompatível com os recursos
naturais e ecossistemas da Terra.
Números....
Consumo
e contaminação da água e ar:
A
produção de ração e de forragem
para o gado requer uma enorme quantidade de água,
resultando na escassez de água em certas áreas.
Só nos Estados Unidos, mais de metade da água
consumida para todos os fins é gasta na produção
animal. Consequentemente, lençóis de água
como o gigantesco aquífero Ogalalla (Estados Unidos),
estão a ser rapidamente esgotados. Em paralelo, um
dos factores mais poluentes da água é a acumulação
e descarga de resíduos animais. O nitrogénio
proveniente destes resíduos é convertido em
amónia e nitrato e infiltra-se nas águas do
subsolo e da superfície, poluindo a atmosfera, contaminando
poços, rios e riachos e matando a vida aquática.
De acordo com a Agência de Protecção
do Meio Ambiente dos Estados Unidos, cerca da metade dos
poços e todos os riachos do país estão
contaminados por poluents oriundos da pecuária. Na
Holanda, os 14 milhões de animais que ocupam os estábulos
do sul produzem tanto esterco que o nitrato e o fosfato
saturam camadas da superfície do solo e contaminam
a água. A amónia proveniente da indústria
de criação de animais é sozinha a maior
fonte de deposição ácida nos solos
holandeses, provocando mais prejuízos que os automóveis
e as fábricas, segundo o Instituto Nacional de Saúde
Pública e Protecção Ambiental do país.
-
Produção de excremento pela criação
de animais dos EUA: 104.000 Kg por segundo.
- Resíduos criados por um rebanho de gado de 10.000
cabeças: igual a uma cidade de 110.000 habitantes.
- Poluição da água atribuível
à agricultura, incluindo a vazão de solo,
pesticidas e estrume: maior do que todas as fontes industriais
e municipais combinadas.
- Num só gole, uma vaca bebe até 2 litros
de água; ao fim de um dia consome cerca de 100
litros. Para produzir 1kg de carne de vaca gastam-se 43.000
litros de água, enquanto que um 1kg de batatas
requer menos de 50 litros de água.
-Número
de litros de água necessários, na Califórnia,
para produzir 1 kg comestível de:
Tomates - 39 ; Alface - 39 ; Batata - 41 ; Trigo - 42
; Cenoura - 56 ; Maçã - 83 ; Laranja - 111;
Leite - 222 ; Ovos - 932 ; Galinha - 1.397 ; Porco - 2.794
; Carne de gado - 8.938
-
Tempo que leva para uma pessoa usar 20.000 litros de água
no banho (5 duches por semana, 5 minutos por banho, com
um gasto em média de 15 litros por minuto): um
ano.
Desflorestação
e desertificação:
Todos
os anos, cerca de 200.000 quilómetros quadrados de
florestas tropicais são destruídas de forma
permanente ocasionando a extinção de aproximadamente
1000 espécies de plantas e animais. A exploração
e devastação constante de novos solos (muitas
vezes abandonados poucos anos depois) para criação
de pastos para gado, leva à utilização
excessiva da terra o que resulta na contínua perda
da camada fértil do solo. Pressões da competição
levam os donos das unidades de produção animal
a optar por métodos de produção de
baixo custo que deixam o solo exposto ou a submeter terras
fracas à produção intensiva, resultando
na sua destruição permanente. Por todo o planeta,
a terra, que é a própria base da produção
de alimentos, está a ser rapidamente desertificada.
Desertificação é o empobrecimento de
ecossistemas áridos, semi-áridos e sub-áridos
pelo impacto das actividades humanas. As regiões
mais afectadas pela desertificação são
as áreas produtoras de gado, inclusive o oeste americano,
a América Central e do Sul, a Austrália e
a África Sub-saariana. A desertificação
dos campos e florestas deslocou a maior massa migratória
na história do mundo. No virar deste século,
mais de metade da população irá viver
em áreas urbanas.
-
Perda corrente anual da camada fértil da terra
na agricultura nos Estados Unidos: mais de 5 biliões
de toneladas.
- Terra própria para o cultivo nos Estados Unidos
que foi permanentemente removida devido à excessiva
erosão: um terço.
- Terra fértil perdida na produção
de um quilo de carne: 77 quilos.
- Erosão do solo associada a culturas destinadas
à alimentação do gado e à
produção de pastagens: 85%.
- Camada superior de solo perdida anualmente no mundo
em terras utilizadas para a agricultura: 26 biliões
de toneladas.
-Tempo necessário para a natureza formar cada 2,5
cm de terra fértil: 200 a 1000 anos.
- Causa mortis histórica de muitas grandes civilizações:
esgotamento do solo.
- Quantidade de terra tornada improdutiva pela desertificação
anualmente no mundo: 21 milhões de hectares.
- Percentagem de solos que sofrem desertificação:
29% .
-
Principais causas de desertificação:
Pastoreio excessivo, cultivo intensivo da terra, técnicas
impróprias de irrigação, desflorestamento,
falta de reflorestamento -
factor principal em todos os casos: produção
animal.
-
Na América Central as unidades de produção
animal destruíram mais florestas do que qualquer
outra actividade.
- 90% dos novos fazendeiros da Amazónia abandonam
as terras em menos de 8 anos, em razão do solo
se encontrar totalmente esgotado.
- Florestas devastadas na América Central para
dar lugar a unidades de produção animal:
25%.
- Taxa actual da extinção das espécies
devido à destruição das florestas
tropicais e seus habitats: 1000/ano.
- Remédios disponíveis hoje derivados das
plantas: um quarto.
Fome
no Mundo
A
fome no mundo é uma realidade dolorosa, persistente
e desnecessária. No momento, existe suficiente terra,
energia e água para bem alimentar mais do que o dobro
da população humana, contudo metade dos cereais
produzidos é destinada aos animais enquanto milhões
de seres humanos passam fome. Em 1984, quando centenas de
etíopes morriam diariamente de fome, a Etiópia
continuava a cultivar e exportar milhões de dólares
em alimento para o gado do Reino Unido e outras nações
da Europa.
-
Número de pessoas que morreram como resultado de
desnutrição e fome em 1992: 20.000.000.
- Número de crianças que morrem em decorrência
da desnutrição e fome a cada dia: 38.000.
- Frequência com que morre uma criança na
terra como resultado de desnutrição e fome:
a cada 2,3 segundos.
-Quantidade de cereal e soja, em quilos, necessária
para produzir um quilo de carne actualmente nos Estados
Unidos: 7.
- Pessoas que podem ser nutridas usando a terra, a água
e a energia que seriam libertadas se os norte-americanos
reduzissem seu consumo de carne em 10%: 100.000.000.
Um
estudo realizado aos recursos populacionais demonstrou que
se toda a população mundial fosse vegetariana,
tudo aquilo que é despendido na produção
animal, dava para alimentar 10 biliões de pessoas,
ou seja, mais do que a população que é
prevista em 2050.
O
que se pretende aqui é chamar atenção
para um importante aspecto da vida diária, que são
os hábitos alimentares, e mostrar como eles se encontram
hoje estreitamente ligados ao quadro da miséria,
subnutrição e fome. Estão também
ligados a um enorme desperdício, à degradação
do meio ambiente e à má saúde da população
como um todo.
Muitos
estão preocupados com os graves problemas ambientais
e sociais com os quais nos defrontamos a nível global,
contudo, poucos estão cientes das enormes implicações
que o simples acto de comer tem sobre vários destes
problemas. Ao investigarmos esta questão, vemos que
existem efeitos de amplo alcance na mudança fundamental
das nações ocidentais, que se deu, sobretudo,
depois da II Guerra Mundial, de uma dieta composta principalmente
de alimentos de origem vegetal para uma dieta à base
de alimentos de origem animal.
Analisando
estes problemas até à raíz - os hábitos
alimentares - conseguimos concluir que ao modificar as nossas
dietas, podemos desempenhar um importante papel no sentido
de ajudar a curar a Terra e a criar um mundo sustentável
para os futuros habitantes.
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CRÉDITOS/FONTES:
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O
QUE HÁ DE ERRADO COM A McDONALD 'S?
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|
A
McDonad's gasta uma fortuna em publicidade, tentando cultivar
uma imagem familiar e acolhedora, que está muito
longe de ser a verdadeira. As crianças são
aliciadas a entrar, arrastando consigo os seus pais, com
a promessa de "brinquedos grátis' e refeições
saborosas. Mas, por detrás da cara sorridente de
Ronald McDonald está a realidade - o único
interesse da McDonald's é o dinheiro - fazer lucros
às custas seja de quem e do que for.
1)
ESFOMEANDO OS POBRES
Enquanto
milhões de pessoas morrem de fome em todo o mundo,
vastas áreas de terra em países pobres são
usadas para pastagem de gado ou para cultivar cereais que
irão alimentar animais, que por sua vez irão
ser comidos no Ocidente. A McDonald's promove continuamente
produtos à base de carne, encorajando as pessoas
a comerem carne mais frequentemente, o que leva ao desperdício
de mais e mais reservas de alimento. 145 milhões
de toneladas de cereais, com as quais se alimenta o gado,
produzem apenas 21 milhões de toneladas de carne
e derivados, ou seja, para produzir um kilograma apenas
de carne são preciso cerca de 7 kilogramas de cereais.
2)
DEVASTANDO O PLANETA
As
florestas mais importantes do mundo estão a ser destruídas
a um ritmo assustador, por companhias multinacionais. A
McDonald's admitiu usar carne criada em terras de ex- floresta
húmida. O uso e abuso de terrenos agrícolas
feito pelas multinacionais e pelos seus fornecedores força
as populações locais a mudarem-se para outras
áreas e a cortarem ainda mais árvores para
eles próprios sobreviverem, e assim por diante. O
que acontece é o seguinte: abatem-se milhares de
árvores, incendeia-se o restante, limpa-se e lavra-se
o campo, para semear os cereais necessários para
a produção do gado. Visto que a exploração
da terra é enorme, o solo depressa (em poucos anos)
perde as suas qualidades minerais, tornando-se estéril.
O que acontece de seguida é fácil de adivinhar...
A McDonald's é a multinacional que mais consome carne,
em todo o mundo, sendo assim responsável por uma
boa parte da desflorestação do planeta.
Por outro lado, o metano libertado pelo gado criado pela
indústria da carne (criado em criações
intensivas farm factories) é o
principal causador da crise de "aquecimento global",
poluindo enormemente a nossa atmosfera, enquanto que os
próprios dejectos resultantes dessa criação
intensiva de gado poluem os lençóis freáticos
de que necessitamos para viver.
Além disso, todos os anos, a McDonald's gasta milhares
de toneladas de embalagens desnecessárias que acabam
em caixotes do lixo.
3)
DESTRUINDO A SUA SAÚDE
A
McDonald's promove a sua comida como sendo muito saudável,
mas na realidade tem demasiado teor de gorduras, açúcar
e sal; e é baixa em fibra e em vitaminas. Uma alimentação
deste tipo aumenta o risco de doenças cardíacas
(enfartes do miocárdio), cancro (principalmente do
intestino), diabetes, gota e outras doenças.
A comida da McDonald's contém também muitos
aditivos químicos, alguns dos quais são causadores
de saúde sensível e hiperactividade nas crianças.
Não se esqueça também que a carne é
a causa da maioria dos acidentes de intoxicação
alimentar, além de todos os outros problemas que
nos últimos anos têm vindo a surgir resultantes
do consumo de carne (peste suína, os problemas dos
frangos de aviário, BSE, mais conhecida como febre
das vacas loucas, etc).
Por outro lado, todos os medicamentos que são dados
aos animais durante o seu crescimento não
farão, com certeza, muito bem à saúde
de quem mais tarde os come.
4)
TORTURANDO ANIMAIS
Os
menús das cadeias de hamburguerias são baseados
na tortura e no assassínio de milhões de animais
por ano. A maior parte deles são criados intensivamente,
sem acesso ao ar fresco e à luz solar, e sem liberdade
de movimentos. Para fazer render o espaço, os industriais
da carne colocam os animais em espaços fechados
extremamente pequenos, para que mais animais caibam na sua
factory farm. Os animais são tratados
como máquinas ao serviço dos homens.
A comida que lhes é fornecida é impregnada
de medicamentos hormonais, para que o crescimento natural
dos animais se faça em muito menos tempo, sendo mais
um inchamento do que um crescimento. O que acontece
é que esses medicamentos, além de outros desregulamentos
hormonais, provocam uns muito característicos, que
fazem com que os animais não sejam capazes de produzir
e expelir fezes. Daí o inchamento...
Sendo assim, é comum ver nessas quintas-indústrias
porcos e vacas de 1 mês com a cabeça pequena
(tamanho normal) e o resto do corpo enorme (tamanho inchado).
O crescimento é assim muito mais rápido...
As aves, por seu turno, chegam a ficar sem patas e com feridas
infectadas devido à falta de espaço para se
movimentarem.
5)
EXPLORANDO OS SEUS TRABALHADORES
Os
trabalhadores das cadeias de hamburguerias são muito
mal pagos. A McDonald's não paga horas extra, mesmo
quando os trabalhadores fazem multas horas de trabalho.
O interesse em ter lucros elevados e poucos gastos em salários,
faz com que não haja empregados suficientes, e os
que há têm de trabaIhar muito mais, com mais
pressão e mais rapidamente, o que muitas vezes provoca
acidentes de trabalho (principalmente queimaduras). A maioria
dos empregados são pessoas que não têm
muitas opções de emprego e por isso são
forçadas a aceitar esta exploração,
a qual a McDonalds não se vê rogada em
exercer. Também não é possível
criar um sindicato que defenda os seus trabalhadores, visto
que estes são trocados constantemente, sem contratos.
1
OU 2 DOS MUITOS PROBLEMAS DA GLOBALIZAÇÃO
A
McDonalds, enquanto multinacional, vai-se alastrando
por todo o mundo como uma praga, explorando terra, pessoas
e animais. A ideia de que esse alastramento é bom
porque dá emprego a essas pessoas é inteligentemente
usada por essas multinacionais; contudo, essa ideia é
extremamente errada. Essas pessoas já existiam nessas
terras antes de a McDonalds existir, já tinham
o seu modo de vida e de subsistência, fosse ele qual
fosse. O que se passa é que com o mercado livre,
entre outras coisas, a McDonalds e outras multinacionais
podem-se mudar para onde quiserem sem prestar contas a ninguém.
Como têm um grande capital financeiro, apoderam-se
das terras desses povos, deixando-os sem alternativa: ou
trabalham para eles com salários baixíssimos
e condições de trabalho inexistentes, ou têm
de se mudar para outro lado.
No mundo ocidental, o meio é diferente mas o fim
é o mesmo: de cidade em cidade, de rua em rua, abrem
lojas de cadeias de fast food, que pelos seus baixos preços,
enorme investimento em publicidade (enganosa) e poder económico,
afundam todo o pequeno comércio (neste caso, de comida)
que nesses locais poderia existir, fazendo com que anexem
mais trabalhadores ao seu império, que dantes poderiam
trabalhar em qualquer um desses pequenos restaurantes ou
cafés.
Felizmente, há uma outra hipótese: resistir...
A
McDonalds não é a única empresa
que assenta nesta forma de ganhar dinheiro; contudo, como
uma das maiores multinacionais de fast food, é um
símbolo a abater.
Todos
estamos, todos os dias, a ser mortos por multinacionais
como a McDonalds, de cada vez que há exploração
animal ou humana, de cada vez que destroem a nossa casa,
as florestas que nos abrigam.
Contra o assassínio dos povos não industrializados,
contra a devastação do planeta, contra a destruição
da sua saúde, contra a tortura e morte de milhões
de animais, contra a exploração laboral e
contra a globalização do capitalismo que não
olha a meios para atingir os fins - lucro -, boicote a McDonalds,
a Burger King, a Pizza Hut e todas as outras cadeias de
restaurantes de fast food! Todas assentam nos mesmos métodos.
As mãos deles estão sujas de sangue; não
deixe que sujem também as suas.
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CRÉDITOS/FONTES:
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Greenpeace
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RECEITAS
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Várias
Receitas Veganistas
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Liga
Portuguesa dos Direitos dos Animais: http://www.lpda.pt/receitas_vegan.htm
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Várias
Receitas Vegetarianas
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Link:
http://www.centrovegetariano.org/receitas/
Tofu
italiano:
Ingredientes
(para 4 pessoas):
1
cebola picada
2 dentes de alho
2 colheres de sopa de óleo
500 gramas de tofu cortado em cubinhos
100 gramas de milho
300 gramas de ervilhas (pré-cozidas)
1/2 colheres de chá de orégãos
1/2 colher de chá de alho
500 gramas de molho de tomate
1 chávena de azeitonas pretas
Preparação:
Frita
a cebola, o alho e o tofu no óleo durante 5 minutos.
Adiciona os restantes ingredientes.
Cozinha durante 10 minutos e vai mexendo ocasionalmente.
Serve com esparguete ou outra massa à tua escolha.
Massa
chinesa com vegetais:
Ingredientes:
200
g de massa chinesa ou esparguete fino
8 colheres de sopa de azeite
200 g de rebentos de soja
2 cenouras cortadas em tiras fininhas
1 talo de aipo cortado fino
½ pimento verde cortado em tiras fininhas
1 cebola média, cortada em tiras fininhas
1 colher de sopa de molho de mostarda
4 colheres de sopa de molho de soja
Sal e vinagre q.b.
Preparação:
Coze
a massa em água e sal sem a deixar ficar muito
mole. Escorre bem a água e introduz a massa no
azeite quente (4 colheres de sopa), mexendo durante
alguns minutos, de modo a que a massa fique um pouco dura.
De seguida, escalda os legumes em água bem quente
alguns minutos, e escorre bem a água. Numa frigideira
coloca o restante azeite e introduz os legumes, que acabarão
de cozinhar em lume brando até ficarem tenros.
Mistura a massa chinesa com os legumes e envolve bem.
Depois faz um molho com a mostarda, o molho de soja, o
vinagre e o sal. Mistura este molho na massa com os legumes.
Serve de imediato.
Bolinhos
Falafel:
Ingredientes
(para cerca de 20 unidades):
250
g de grão-de-bico deixado de molho, no mínimo
por 24 horas
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de cominhos
1 colher de chá de coentro
1 cebola picada
2 dentes de alho amassados
pimenta do reino a gosto
2 batatas cruas médias
azeite (para fritar)
Preparação:
Leva
à picadora todos os ingredientes. Mói tudo
até formar uma massa homogénea e naturalmente
húmida
Molda pequenos bolinhos e frita-os em azeite não
muito quente.
Sugestão: Serve quente com o molho de tahina.
Bolo
de Cacau:
Ingredientes
(para 16 porções):
Bolo:
1/4 de chávena de cacau em pó (não
adoçado)
1 1/2 chávena de açúcar
1 colher de chá de sal
3 colheres de chá de fermento
1/2 chávena de óleo
1/2 copo de água
3/4 de copo de leite de soja
65 g de tofu - amassado com garfo
3 chávenas de farinha de trigo
Cobertura:
2 1/2 chávena de açúcar
1/8 de chávena de cacau em pó sem açúcar
1 tablete de margarina vegetal derretida
Preparação:
Bolo:
Pré-aquece o forno a 180º. Unta duas formas
médias e polvilha com farinha.
Bate na batedeira o cacau, o açúcar, o sal
e o fermento. Adiciona o óleo, a água, o
leite de soja, o tofu e bate até formar uma mistura
cremosa.
Adiciona a farinha devagar, às colheradas. Coloca
a massa nas formas e assa durante cerca de 30 minutos.
Espera arrefecer completamente antes de colocar a cobertura.
Cobertura:
Num recipiente médio combina todos os ingredientes,
mistura até ficar cremoso e coloca no bolo.
Nota que a massa tem duas camadas que serão unidas
pela cobertura. Se quiseres aumenta a receita da cobertura
e barra em todo o bolo.
Risotto
de cogumelos
Arroz
basmati
Cogumelos brancos frescos (3 embalagens, inteiros)
Vinho tinto de boa qualidade (um copo mal cheio)
Ervas provence
Cebolas (2/ 3)
Alho (4)
Azeite
Sal
Pimentão doce
Pimento laranja ou vermelho (opcional)
Natas de soja (há no continente e outros hipermercados,
as normais não servem)
Queijo mozzarela ralado
Queijo parmezão em pó (opcional)
Preparação:
Cozinhar
numa frigideira os cogumelos cortados com os restantes
ingredientes (menos as natas e o queijo) lentamente, em
lume brando. Fazer à parte o arroz basmati cozido
só com água e sal (não deixar cozer
demais).
Misturar os cogumelos com o arroz, as natas e o queijo
numa assadeira e levar ao forno.
Caril
de grão de bico
2
latas grão de bico
3 tomates bem maduros
polpa de tomate
3 cebolas
4 alhos
caril
pimentão doce
gengibre em pó
cominhos
especiarias asiáticas
ervas provence
sal
azeite
vinho quanto baste
Preparação:
Cozinhar
numa panela as cebolas, alhos, tomates e especiarias.
Juntar o grão de bico quando a cebola estiver cozida.
Acrescentar novamente as especiarias. Servir com arroz
basmati cozido só em água e sal.
Feijão
preto
2
latas feijão preto (o melhor é o do Lidl)
3 cebolas
4 alhos
1 pimento laranja, amarelo ou vermelho
1 chouriço ou farinheira de soja (à venda
em lojas de produtos naturais/ervanárias)
vinho qb
ervas provence
gengibre em pó
pimentão doce
azeite
Preparação:
(não
juntar sal porque o feijão e chouriço já
têm) cozinhar as cebolas, alhos e pimento com o
chouriço cortado aos pedacinhos e o molho das 2
latas de feijão. Quando a cebola estiver cozida
juntar o feijão e deixar cozinhar mais um pouco.
Servir
com arroz vaporizado (o do Lidl também é
muito bom) cozido com cebola, alho e salsa.
Picado
de soja
1
pacote de soja granulada fina ( a mais pequenina)
3 cebolas grandes
5 alhos
1 pimento laranja ou vermelho
alho francês
3 tomates maduros
polpa de tomate
cogumelos laminados
azeite
vinho qb
cominhos em pó (bastantes)
pimentão doce
salsa
ervas
gengibre
tomilho
Preparação:
Deixar
a soja de molho mais ou menos 20 ms em água morna.
Enquanto isso cozinhar os restantes ingredientes lentamente.
Quando a cebola estiver cozida juntar a soja bem escorrida
da água em que esteve de molho, mais polpa de tomate
e especiarias e deixar cozer bem, lentamente e em lume
brando. Mexer sempre. Quando
estiver pronta pode-se congelar em doses. Com este picado
pode-se fazer empadão, massas, pastéis,
rissóis, etc. É muito mais saboroso e barato
do que carne picada e é cruelty free!
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